Medo, todos sentimos, algo que nos deixa tão frágeis, que as vezes retiramos forças de onde nem sabemos que existem, para tentar diminuir essa sensação.
Não se pode classificar um medo por intensidade ou "tamanho", cada pessoa tem o seu e somente ela pode tentar amenizar o que ele causa.
Dos meus medos só eu sei o que sinto, e por mais dificil que seja tenho que conviver com eles.
Quando criança tinha medo de me machucar com aquelas brincadeiras insanas e irresponsaveis, na fase de pré-adolescencia tinha medo de ficar com o corpo de criança pra sempre, [hahahahaha], medo de tentar descobrir o que era "ficar" e medo de tirar uma nota vermelha.
Na adolescencia continuava tendo medo de ficar com corpo de criança, medo de nao me adaptar a nenhum grupo das meninas populares, medo de alguem me magoar ou falar mal de mim e medo da minha mae descobrir a nota vermelha que tirei.
Quase todos os meus medos dessas fases foram deixados para trás.
Mas alguns me acompanharão por um bom tempo ainda, ou até mesmo para o resto da minha vida, medo de perder alguem que amo, medo de ficar sozinha, medo de magoar uma pessoa importante pra mim, medo de barata e insetos no geral etc.
Hoje olho para trás e percebo como eu era bobinha, e tinha medo de coisas sem nexo, os medos atuais são muuito mais complexos. Além dos medos que estarão comigo pra sempre, há aqueles momentaneos, que eu passo agora, medo de nao gostar da faculdade, medo de ter escolhido a profissão errada, medo de nao me adaptar a um novo modo de vida, etc.
O medo que mais me causa arrepios, é aquele que eu sinto quando penso em meu futuro, medo de que todos os planos e metas que eu fiz nao deem certo, medo de nao ter um plano B.
Quando nos deparamos com medos, com inseguranças temos que nos prender a alguem que realmente goste de nós como somos, com nossas qualidades e defeitos, com nossos dias bons e aqueles dias de cão. Afinal é muito mais complicado superar um problema sozinho.
beijos :*
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
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